siiclogo2c.gif (4671 bytes)


       

            


Comprar este artículo
Extensión: 9.22 páginas impresas en papel A4

file05.gif (1491 bytes)
Artículos seleccionados para su compra

DESEMPENHO DA ULTRA-SONOGRAFIA PRÉ-NATAL NO DIAGNÓSTICO DE CROMOSSOMOPATIAS FETAIS EM SERVIÇO TERCIÁRIO

(especial para SIIC © Derechos reservados)

Este estudo permitiu observar que o ultra-som apresentou bom desempenho na triagem de gestações de risco para cromossomopatia.
Dr. Ricardo Barini Autor:
Ricardo Barini
Columnista Experto de SIIC



Artículos publicados por Ricardo Barini 
participaron en la investigación
Juliana Horschutz, Sara Toseti Ribeiro, Isabe* Fátima Borcher Luiz** Eduardo Valente Isfer*** Rita de Cassia**** Aníbal Faúndes***** João Luiz Pinto e Silva******
Pós-graduandas do Departamento de Tocogi*
Professora Doutora do Departamento de Tocoginecologia FCM/UNICAMP. Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP (Campinas -SP- Brasil)**
Médico do Centro de Diagnóstico Pré-Natal e Medicina Fetal - FETUS , São Paulo. Centro de Diagnóstico Pré-Natal e Medicina Fetal - FETUS , São Paulo***
Médica do Centro de Diagnóstico Pré-Natal e Medicina Fetal - FETUS , São Paulo. Centro de Diagnóstico Pré-Natal e Medicina Fetal - FETUS , São Paulo****
Professor Titular da Disciplina de Obstetrícia FCM/UNICAMP. Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP (Campinas -SP- Brasil).*****
Professor Titular da Disciplina de Obstetrícia FCM/UNICAMP. Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP (Campinas -SP- Brasil)******

Recepción del artículo: 11 de Septiembre, 2003

Aprobación: 31 de Octubre, 2003

Primera edición: 25 de Marzo, 2004

Resumen
Objetivo: determinar o desempenho da ultra-sonografia na detecção de fetos portadores de cromossomopatia. Pacientes e Métodos: Estudamos 436 gestantes submetidas a investigação do cariótipo fetal entre março de 1993 e março de 1998, 277 por alteração ultra-sonográfica e 159 por ansiedade parental. Avaliamos a acurácia da ultra-sonografia utilizando o cariótipo fetal como padrão-ouro. Foi calculado o risco relativo de anomalia cromossômica segundo o sistema orgânico fetal acometido à ultra-sonografia e segundo a presença de associação de malformações, utilizando-se o pacote de análise estatística EPI-INFO 6.0. Resultados: O risco relativo para cromossomopatia fetal foi de 89,04 para as malformações de face, 53,0 para malformações de parede abdominal e aparelho cardiovascular, 49,69 para malformações de pescoço, 44,69 para malformações de membros, 42,40 para malformações de pulmão, 32,74 para malformações de trato gastrointestinal, 27,41 para malformações de sistema nervoso central e 23,08 para malformações de trato urinário. Não foi possível o cálculo de risco para malformações de genitais, tórax, coluna e músculo-esqueléticas devido ao pequeno número de casos. Alteração ultra-sonográfica isolada teve risco relativo de 7,82, e na associação de alterações o risco foi de 33,85. Conclusões: A ultra-sonografia apresentou bom desempenho na detecção de gestações de risco para cromossomopatia.

Palabras clave
Ultra-som, cromossomopatias fetais, diagnóstico pré-natal, cariótipo

Clasificación en siicsalud
Artículos originales> Expertos del Mundo>
página www.siicsalud.com/des/des037/04323002.htm

Especialidades
Relacionadas: Diagnóstico por Imágenes,  Medicina Interna,  Pediatría,  Obstetricia y Ginecología

Artículo completo
(portugués)
Extensión:  +/- 9.22 páginas impresas en papel A4
Exclusivo para suscriptores/ assinantes

PERFORMANCE OF PRENATAL ULTRASOUND ON DIAGNOSIS OF FETAL CHROMOSOMAL ABNORMALITIES IN A TERCIARY CENTER

Abstract
Objective: to estimate the performance of ultrasound to detect gestations at risk for fetal chromosomal abnormalities.Patients and Methods: 436 patients were selected for the study had undergone ultrasound examination and fetal karyotyping, between March 1993 and March 1998. 277 patients had fetal malformation detected on ultrasound and 158 for parental anxiety with normal ultrasound examination. Ultrasound accuracy were calculated using fetal karyotype as gold standard. The relative risk was calculated for each fetal organic system and for the presence of isolate or associated abnormalities on ultrasound, using the software package EPINFO 6.0 for statistical analysis.Results: The relative risks for chromosomal abnormalities were 89,04 for face malformations, 53,00 for abdominal wall and cardiovascular, 49,69 for neck, 44,69 for extremities, 42,40 for lung, 32,74 for gastrointestinal tract, 27,41 for central nervous system and 23,08 for urinary tract malformations. The relative risk for genitals, thorax, spine and muscle and/or skeletal malformations was not appropriated for calculation because their low frequency. An isolated malformation detected by ultrasound had relative risk for of 7,82 times higher than none, and associated morphologic malformations had a relative risk of 33,85.Conclusion: Ultrasound has good performance to detect gestations at risk for chromosomal abnormalities.


Key words
Ultra-som, cromossomopatias fetais, diagnóstico pré-natal, cariótipo

Bibliografía del artículo

  1. Pretorius DH, Nyberg DA. An overview of congenital malformations. In: Nyberg DA, Mahony BS, Pretorius DH. Diagnostic ultrasound of fetal anomalies, Chicago: Year Book Medical Publishers, 1990: 21-37. Ed. 1.
  2. Cisneros GLF, Bailão L.A, Pina-Neto JM. Estudo genético-clínico das malformações fetais diagnosticadas por ultra-sonografia pré-natal: estimativa da sensibilidade e especificidade. Progr Diag Pré-Natal 1997; 9: 200-8.
  3. Castilla EE, Villalobos H, Orioli-Parreiras I, Paz JE. Estudio de malformaciones asociadas. I. Epidemiologia. Fondo de Publicaciones de La Unidad de Genética Médica,Maracaibo: Universidad de Zulia,1977 Ed. 1.
  4. Belmonte PL, Sfendrych RL, Sanchez RC, Isfer EV. Ultra-sonografia obstétrica morfológica. Rev Bras Med Gin Obstet 1996; 7: 328-36.
  5. Penchaszdeh VB. Genética y Salud Pública. Boletin de la Organización Panamericana de la Salud 1993; 115:1-11.
  6. Clucke HS, Wald NJ, Lindenbaum RH. Maternal serum alpha-fetoprotein measurement: a screnning test for Down Syndrome. Lancet 1984; 1: 926-9.
  7. Carrera JM, Torrents M, Muñoz A, et al. Control ecográfico sistemático para el diagnóstico de malformaciones fetales: 24 años de experiencia. Progr Diagn Prenatal 1994; 6: 379-89.
  8. Clerici G, Donti E, Zacutti A, Di-Renzo CG. Prenatal diagnosis in Italy. Eur J Hum Genet 1997; 5: 42-7.
  9. Benacerraf BR. Abnormal facial features and extremities in human trissomy syndromes: prenatal US appearance. Radiology 1986; 159:243-46.
  10. Bajo JM, Haya FJ. Indicadores ultrassonográficos de técnicas de cariótipo. Progr Diag Pré-Natal 1994; 6: 51-62.
  11. Babcook CJ, Goldstein RB, Filly RA. Prenatally detected fetal myelomeningocele: is kariotipe analysis warranted Radiology 1995; 194: 491-4.
  12. Carrera JM, Torrents M, Devesa R, Cos T. Screening prenatal ecográfico de las anomalias cromosómicas. Progr Diagn Prenatal 1995; 7: 281-90.
  13. Daker M., Bobrow M. Effective care in pregnancy and childbirth. 2nd ed Oxford: University Press 1991; 366-81.
  14. Nicolaides KH, Snijders RJM, Gosden CM, Berry C, Campbell S. Ultrassonographically detectable markers of fetal chromossomal abnormalities. Lancet 1992; 340: 704-7.
  15. Plaza FJ, Olaizola I, De La Fuente P. Eficácia del diagnóstico ecográfico de screening en las malformaciones fetales. Progr Diag Pré-Natal 1995; 7: 573-8.
  16. Levi, S. Relación coste-eficacia del screening prenatal. Progr Diag Prenatal 1996; 8: 384-418.
  17. Fink IJ, Roy RA. Omphlocele associated with umbilical cord allantois cyst sonographic evaluation in utero. Radiology 1983; 149:473-6.
  18. Jauniaux E., Donner C ; Thomas C, Francotte J; Rodesch F, Avni FE. Umbilical cord pseudocyst in trissomy 18. Pren. Diag 1988; 8: 557-63.
  19. Isfer EV, Sanchez RC, Saito M. Ultra-som e sua importância na medicina fetal. In: Medicina Fetal - Diagnóstico e Conduta; 1ª ed. Rio de Janeiro: Revinter, 1996: 72-82.
  20. Copel JÁ, Cullen M, Green JJ, Mahoney MJ, Hobbins JC, Einman CS. The frequency of aneuploidy in prenatally diagnosed congenital hearth disease: an indication for fetal karyotiping. Am J Obstet Gynecol 1988; 158:409-13.
  21. Nicolaides KH, Shawwa L, Brizot ML, Snijders RJM. Ultrassonographically detectable markers of fetal chromossomal defects. Ultrassound Obstet Gynecol 1993; 3: 59-9.
  22. Nyberg DA. Fetal hidrocephalus: sonographic detection and clinical significance of associated anomalies. Radiology 1987; 163: 187-91.
  23. Vintizileos AM, Campbell WA, Nochinson DJ, Weinbaum PJ. Antenatal evaluation and management of ultrasonically detected of fetal anomalies. Obstet Gynecol 1987; 69:640-60.
  24. Benacerraf BR, Miller WA, Frigoletto JR. Sonographic detection of fetuses with trissomies 13 and 18: accuracy and limitations. Am J Obstet Gynecol 1988; 158:404-9.
  25. Benacerraf BR, Neuberg D, Frigoletto FD. Humeral shortening in second trimester fetuses with Down syndrome. Obstet Gynecol 1991; 77:223-7.
  26. Benacerraf BR, Neuberg D, Bromley B, Frigoletto FD. Sonographic scoring index for prenatal detection of chromosomal abnormalities. J Ultrasound Med 1992; 11:449-58.
  27. Weston MJ, Porter HJ, Andrews HS, Berry PJ. Correlation of antenatal ultrasonography and pathological examinations in 153 malformed fetuses. J Clin Ultrasound 1993; 21:387-92.
  28. DH, Benaceraff BR, FrigolettoFD. Diagnosis and manegement of fetal facial clefts. Am. J. Obstet. Gynecol. , 1986, 155:377-9.
Título portugues/
Resumen
 Palabras clave
 Bibliografía
 Artículo completo
(exclusivo suscriptores)
 Autoevaluación
 Tema principal en SIIC Data Base
 Especialidades

 English title
 Abstract

 Key words

Autor 
Artículos
Correspondencia

Patrocinio

Imprimir esta página

 

Clasificado en 
Artículos originales>
Expertos del Mundo

Especialidad principal:

 
Relacionadas: 
 Diagnóstico por Imágenes
 Medicina Interna
 Pediatría
 Obstetricia y Ginecología

 

Suscripción a siicsalud

Comprar este artículo
Extensión: ± 9.22 páginas impresas en papel A4

file05.gif (1491 bytes) Artículos seleccionados para su compra

 


© Está expresamente prohibida la redistribución y la redifusión de todo o parte de los contenidos de la Sociedad Iberoamericana de Información Científica (SIIC) S.A. sin previo y expreso consentimiento de SIIC.

anterior.gif (1015 bytes)



Suscripción a siicsalud

Bienvenidos a siicsalud

Acerca de SIIC Estructura de SIIC


Sociedad Iberoamericana de Información Científica (SIIC)
Av. Belgrano 430, (C1092AAR), Buenos Aires, Argentina
atencionallector@siicsalud.com;  Tel: +54 11 4342-4901; Fax: +54 11 4331-3305.
Casilla de Correo 2568, (C1000WAZ) Correo Central, Buenos Aires.
Copyright siicsalud© 1997- 2006, Sociedad Iberoamericana de Información Científica(SIIC)