PRESERVAÇÃO OVARIANA EM CIRURGIA RADICAL PARA CÂNCER DO COLO DO ÚTERO
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Três aspectos são controversos em relação a preservação ovariana: idade, transposição ovariana/radioterapia pós-operatória e metástases ovarianas. |
participó en la investigación
José Carlos Castelo Branco Ribeiro*
Acadêmico do Curso de Medicina. Universidade Federal do Piauí (UFPI)*
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Resumen
Pacientes jovens com carcinoma cervical em estadios iniciais podem beneficiar-se de histerectomia radical sem ooforectomia bilateral, porque a função ovariana pode ser preservada e a ocorrência de complicações subsequentes nos ovários preservados in situ são raras. Três aspectos são controversos em relação a preservação ovariana: idade, transposição ovariana/radioterapia pós-operatória e metástases ovarianas. Quanto à idade é consenso que deve-se preservar os ovários de mulheres com menos de 40 anos de idade. A transposição ovariana é um procedimento seguro e efetivo para preservar a função ovariana em pacientes que serão submetidas a radioterapia pós-operatória. Este procedimento esta indicado em pacientes com menos de 40 anos de idade com um carcinoma cervical invasivo pequeno (< 3 cm) tratadas inicialmente por cirurgia. Em relação ao risco de metástases ovarianas alguns estudos apontam para um risco significativo naquelas pacientes com carcinoma não-epidermóide e naquelas com invasão de vasos sangüíneos, embora a principal forma de disseminação para os ovários de carcinoma cervical seja por contigüidade.
Palabras clave
Preservação ovariana; ovários; câncer; cervic
Clasificación en siicsalud
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página www.siicsalud.com/des/des039/04720015.htm
Especialidades
Principal: Medicina Reproductiva
Relacionadas: Cirugía General, Oncología, Medicina Interna
Enviar correspondencia a: Sabas, Carlos Vieira,
Artículo completo (castellano)
Extensión:
+/- 4.88 páginas impresas en papel A4
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Bibliografía del artículo
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