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Crónicas de autores

Estudios iberoamericanos relevantes descriptos por sus mismos autores. Los trabajos fueron recientemente editados por prestigiosas revistas de la región y el mundo; SIIC las difunde por publicar investigaciones de autores iberoamericanos.

Joaquim Edson Vieira *
Autor invitado por SIIC

 

Autores comunican A ELEVAÇÃO DOS TRONCOS E MEMBROS INFERIORES NÃO INFLUENCIA O TEMPO DE PERMANENCIA NA UNIDADE DE RECUPERAÇÃO PÓS-ANESTÉSICA

Não houve diferença para o tempo de recuperação pós anestesia considerando o posicionamento do paciente.

* Joaquim Edson Vieira
describe para SIIC los aspectos relevantes de su trabajo 
ELEVATION OF A PATIENT'S TRUNK AND LEGS DOES NOT INFLUENCE LENGTH OF STAY IN THE POST-ANESTHESIA CARE UNIT,
recientemente editado en 
Sao Paulo Medical Journal,
122(5)166-171, 2004

Institución principal de la investigación
* Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, Brasil

Descripción de la investigación

São Paulo, Brasil (especial para SIIC):
A recuperação pós-anestésica (RPA) surgiu há aproximadamente 40 anos devido a constatação de que diversas mortes que ocorriam imediatamente após a anestesia e cirurgia poderiam ser evitadas se o paciente permanecesse em observação por uma equipe treinada e especializada. O período de recuperação da anestesia é caracterizado por uma incidência relativamente alta de complicações respiratórias e circulatórias que trazem grandes ameaças à vida dos pacientes. Por isso, é recomendado que todos os pacientes submetidos a qualquer tipo de anestesia sejam encaminhados à RPA. O Hospital das Clinicas da FMUSP (HCFMUSP) realiza por volta de duas mil cirurgias por mês e a maioria dos pacientes é encaminhada à RPA. Pacientes considerados mais graves (intubados, com instabilidade hemodinâmica, idosos etc) são encaminhados para diversas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) do hospital. O Centro Cirúrgico do HCFMUSP possui 32 salas de operação (SO). A RPA possui doze (12) leitos e recebe aproximadamente cinquenta (50) pacientes por dia. O número de leitos na RPA é claramente insuficiente para atender à demanda de cirurgias do HCFMUSP, já que são realizadas aproximadamente 100 cirurgias por dia. Já foi dito anteriormente que alguns pacientes são encaminhadas às UTIs, mas outros são recuperados na própria SO e encaminhados diretamente para o leito de origem, pois o tempo de espera por uma vaga na RPA pode chegar até a 1 (uma) em hora certos horários do dia. Estes são os "horários de pico": perto do meio-dia (fim das cirurgias que tiveram inicício pela manhã) e final da tarde (fim das cirurgias que tiveram inicício no começo da tarde). Essa espera por uma vaga não é boa para os pacientes nem para o hospital. A recuperação na própria SO é desconfortante (mesa cirúrgica estreita, ambiente inapropriado) e pode dar a impressão aos pacientes de que alguma coisa pode ter saído errada na cirurgia, aumentando ainda mais o stress dos mesmos. A demora na liberação de vagas pela RPA atrasa toda a programação do dia, fazendo com que as últimas cirurgias agendas sejam suspensas, pois há horários limite para que as cirurgias eletivas tenham início (as cirurgias de porte I podem começar até à 17 h, por exemplo). O que pode ser feito para melhorar o fluxo de pacientes na RPA? A solução mais lógica é aumentar o número de leitos na RPA, mas também é a mais difícil, já que não há espaço físico nem pessoal treinado e especializado disponível nas atuais circunstâncias do hospital. Há maneiras de diminuir o tempo de permanência dos pacientes na RPA sem trazer prejuízos ao mesmos? O objetivo desta investigação será avaliar, em estudo retrospectivo, se a posição dos pacientes no leito de recuperação tem alguma influência sobre o tempo de permanência na RPA, e se tiver, qual a melhor posição que o paciente deve permanecer para que sua recuperação seja mais rápida.

Joaquim Edson Vieira *

Referencias bibliográficas

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Para comunicarse con Joaquim Edson Vieira mencionar a SIIC como referencia:
Rua Doutor Arnaldo, 455 Sala-1216, 01246-903, São Paulo, São Paulo, Brasil
Fono: 11 3066; Fax: 11 3085
joaquimev@hotmail.com

Autor invitado
13 de marzo
, 2005

Descripción aprobada
 22 de abril
, 2005

Edición
13 de octubre, 2005


Acerca del trabajo completo


ELEVATION OF A PATIENT'S TRUNK AND LEGS DOES NOT INFLUENCE LENGTH OF STAY IN THE POST-ANESTHESIA CARE UNIT

Título en portugués
A ELEVAÇÃO DOS TRONCOS E MEMBROS INFERIORES NÃO INFLUENCIA O TEMPO DE PERMANENCIA NA UNIDADE DE RECUPERAÇÃO PÓS-ANESTÉSICA

Autores
Joaquim Edson Vieira,1 Otavio Omati,2 Fabio Ely Martins Benseñor3

1 Médico, Hospital das Clínicas, Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, Attending Physician, Anesthesiology Division
2 Médico, Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, Medico Residente
3 Médico, Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, Supervisor da Unidade de Recuperação

Acceso a la fuente original
Sao Paulo Medical Journal

http://www.scielo.br/scielo.php/script_sci_serial/

Acceso al texto original completo
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-31802004000500007&lng=en&nrm=iso>.%20ISSN%201516-3180.

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