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LEISHMANIOSE VISCERAL EM PERNAMBUCO, NORDESTE DO BRASIL (especial para SIIC © Derechos reservados) |
| Nas últimas décadas houve uma notável expansão da distribuição geográfica da leishmaniose visceral em Pernambuco. É preciso encorajar novos estudos sobre a epidemiologia e controle da doença nesse estado. |
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Autor: Filipe Dantas-torres Columnista Experto de SIIC Institución: Fundação Oswaldo Cruz Artículos publicados por Filipe Dantas-torres |
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Recepción del artículo 29 de Mayo, 2007 |
Aprobación 23 de Agosto, 2007 |
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Primera edición 17 de Septiembre, 2007 |
Segunda edición, ampliada y corregida 25 de Septiembre, 2008 |
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A leishmaniose visceral é uma zoonose bastante importante sob o ponto de vista da saúde pública no Brasil, particularmente na região Nordeste. No Estado de Pernambuco, casos de leishmaniose visceral têm sido descritos desde a década de 20. Nos últimos dois decênios, houve uma notável expansão da distribuição geográfica da doença. Isso certamente se deve a melhoria do diagnóstico e do sistema de notificação, mas provavelmente também as dificuldades enfrentadas no controle da doença. É necessário entender melhor a epidemiologia (fatores de risco, dinâmicas de transmissão, etc.) da leishmaniose visceral em Pernambuco. Mais do que isso, é fundamental encorajar novos estudos sobre a atual situação do controle da doença nesse estado. O estreitamento da relação entre os gestores municipais da saúde e a comunidade científica é essencial para definição das prioridades de pesquisas e de novas abordagens para o controle da leishmaniose visceral em Pernambuco. leishmaniose visceral, epidemiologia, fatores de risco, controle, saúde pública Clasificación en siicsalud Artículos originales > Expertos de Iberoamérica > página www.siicsalud.com/des/expertocompleto.php/ Especialidades Filipe, Dantas-Torres, Fundação Oswaldo Cruz Centro de Pesquisas Aggeu Magalhães, Av Moraes Rego s/n, Cidade Universitária, C.P. 7472, 50.670-420, Recife, Brasil, E-mail: fdt@cpqam.fiocruz.br A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e ao Dr. Sinval P. Brandão-Filho.
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