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| Expertos Invitados, Epidemiología | Artículos originales |
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Artículo |
Entrevista |
Crónica de autor |
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EL NIVEL SOCIOECONOMICO Y LA MORTALIDAD POR INFARTO DE MIOCARDIO
Las personas de menor nivel socioecon¾mico presentan un mayor riesgo de muerte por infarto de miocardio que la de mejor posici¾n, de acuerdo con los hallazgos de un grupo de investigadores finlandeses. Jefe de la Unidad de Epidemiologøa de Enfermedades Cr¾nicas, Departamento de Epidemiologøa, Instituto de Salud P·blica Nacional - KTL.Ultimo trabajo publicado: Relation of socioeconomic position to the case fatality, prognosis and treatment of myocardial infarction events; the FINMONICA MI Register Study, Journal of Epidemiology and Community Health 55:475-482, 2001. Helsinki, Finlandia |
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LA POBREZA AUMENTA EL RIESGO DE MUERTE EN LOS DIABETICOS
La diabetes se asocia con una mayor mortalidad por diferentes causas, especialmente por enfermedades cardiovasculares. Este exceso de mortalidad se observa en todos los grupos etarios, y es más importante entre las personas con menos recursos, según demostró un trabajo desarrollado por especialistas del Diabetes Care Centre del Middlesborough General Hospital. Investigador del National Health Service, Diabetes Care Centre, Middlesborough General Hospital.Ultimo trabajo publicado: Excess morality in a population with diabetes and the impact of material deprivation: longitudinal, population based study, British Medical Journal 322:1389-1393, 2001. Middlesborough, Reino Unido |
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EL RAQUITISMO EN LA ADOLESCENCIA
Aún en regiones con clima templado, los adolescentes, especialmente las niñas, pueden desarrollar raquitismo, según demostró un trabajo de investigación desarrollado en Arabia Saudita. Consultor en Pediatría, Sandwell General Hospital, West Bromwich, Reino Unido.Ultimo trabajo publicado: Symptomatic rickets in adolescence, Archives of Disease in Childhood 84:501-503, 2001. West Bromwich, Reino Unido |
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LEPTOSPIROSE: UM OLHAR SOBRE O AGENTE E A DOENÇA
No presente artigo é realizada uma discussão sobre a leptospirose - moléstia infecciosa causada por espiroquetas do gênero Leptospira -, relevante problema de saúde pública distribuído mundialmente, com importância marcante nas áreas tropicais - não ocorre em regiões polares - por seu potencial epidêmico, como forma de se proporcionar um melhor panorama do estado atual do problema. Professor da Disciplina de Clínica Médica, Curso de Graduação em Medicina, Fundação Educacional Serra dos Órgãos. Especialista em Clínica Médica, Sociedade Brasileira de Clínica Médica. Tutor do Internato em Clínica Médica, Curso de Graduação em Medicina, Fundação Educacional Serra dos Órgãos.en colaboración con los doctoresRodrigo Siqueira-Batista: Professor da Disciplina de Clínica Médica, Curso de Graduação em Medicina, Fundação Educacional Serra dos Órgãos. Professor Associado do Instituto de Ciências Exatas e Naturais,Universidade Católica de Petrópolis. Especialista e mestrando em Doenças Infecciosas e Parasitárias, Universidade Federal do Rio de Janeiro. Columnista Médico Experto de la Sociedad Iberoamericana de Información Científica.Delia Celser Engel: Especialista em Doenças Infecciosas e Parasitárias, Universidade Federal do Rio de Janeiro. Infectologista do Hospital Municipal Raul Sertã, Nova Friburgo (RJ). Coordenadora da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Unimed, Nova Friburgo.Loriléa Chaves de Almeida: Professora da Disciplina de Clínica Médica, Curso de Graduação em Medicina. Fundação Educacional Serra dos Órgãos.Cristiano H. Choji: Diplomado em Medicina pela Faculdade de Medicina de Teresópolis, Fundação Educacional Serra dos Órgãos.Andréia Patrícia Gomes: Professora da Disciplina de Clínica Médica, Curso de Graduação em Medicina, Fundação Educacional Serra dos Órgãos. Especialista em Doenças Infecciosas e Parasitárias, Universidade Federal do Rio de Janeiro. Columnista Médico Experto de la Sociedad Iberoamericana de Información Científica. Rio de Janeiro, Brasil |
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FACTORES PRONÓSTICOS EN EL CÁNCER DE PULMÓN NO A CÉLULAS PEQUEÑAS IRRESECABLE
La valoración pronóstica previa a la decisión terapéutica es de fundamental importancia para la calidad de vida. El tratamiento oncoespecífico, cuando puede ser realizado, modifica en forma significativa la sobrevida del paciente. Profesor Adjunto de Oncología, Servicio de Oncología Radioterápica, Facultad de Medicina-Hospital de Clínicas, Montevideo, Uruguay.en colaboración con y Guerrero L: Servicio de Oncología Radioterápica, Facultad de Medicina-Hospital de Clínicas.Roldán G y Rodríguez R: Servicio de Oncología Médica, Facultad de Medicina-Hospital de Clínicas.Barrios E: Departamento de Biofísica, Facultad de Medicina-Hospital de Clínicas, Montevideo, Uruguay. Montevideo, Uruguay |
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