Expertos Invitados, Infectología Artículos originales
FeaturedServices.gif (150 bytes) El contenido se relaciona estrictamente con la sección flecha_rojo.gif Artículo flecha_naranja.gif Entrevista flecha_celeste.gif Crónica de autor 294 bytes, 13 x 11 pixeles Página del autor

rreyna.gif    flecha_rojo.gif ACCESO VASCULAR EN EL PACIENTE ONCOLOGICO. EXPERIENCIA EN 200 CASOS.
El empleo del mismo tipo de catéter por un grupo quirúrgico-oncológico experimentado y la adecuada capacitación del personal de enfermería permitió alcanzar excelentes resultados, con baja morbilidad y sin mortalidad dependiente del procedimiento.

294 bytes, 13 x 11 pixeles  Alberto Villalobos
(GARR) Profesor Adjunto de Cirugía, Departamento de Cirugía, Hospital American British Cowdray [ABC], Universidad Nacional Autónoma de México [UNAM]. (JC) Departamento de Cirugía, Hospital ABC. (RG y AV) Departamento de Medicina Interna, Hospital ABC. (CF) Residente de Cirugía, Hospital ABC, México
DF, México

paganini.gif    FeaturedServices.gif  flecha_rojo.gif DIEZ PAUTAS BASICAS PARA EL MANEJO DEL NIÑO CON NEUTROPENIA Y FIEBRE
Ante la presencia de fiebre y neutropenia en el niño es necesaria la evaluación conjunta con el hematooncólogo, la realización de cultivos y la rápida terapia antibiótica.

294 bytes, 13 x 11 pixeles  Hugo R. Paganini
Médico Infectólogo en el Hospital de Pediatría Prof. Dr. Juan P. Garrahan, el FUNCEI, el CEMIC y el Hospital Francés, Buenos Aires, Argentina.
Buenos Aires, Argentina

everaert.gif    FeaturedServices.gif  flecha_rojo.gif EXCRECION URINARIA DE Ó-1-MICROGLOBULINA EN EL DIAGNOSTICO Y SEGUIMIENTO DE LA PIELONEFRITIS AGUDA.
La excreción urinaria de Ó-1-Microglobulina (Ó1Mg) tiene ventajas potenciales en el diagnóstico diferencial de la infección del tracto urinario (ITU) superior e inferior. Esta prueba permite el diagnóstico de pielonefritis aguda en el momento de la internación, antes de que estén disponibles los resultados del cultivo de orina.

294 bytes, 13 x 11 pixeles  K. Everaert
Médico en el Departamento de Urología, University Hospital of Ghent, Ghent, Bélgica.
Ghent, ., Bélgica

wippel9.gif    flecha_rojo.gif O ANTIBIOTICO PROFILÁTICO EM CIRURGIA ABDOMINAL. ESTUDO EM 744 CASOS
O autor realiza 744 cirurgias possíveis de infecƒËo cirúrgica. Chega é conclusËo que o antibiótico usado como profilático para infecƒËo cirúrgica deve ser restringido équelas cirurgias que realmente tem possibilidade de infecƒËo pós operatória como laparotomias infectadas, colecistites onde se explora as vias biliares e há infecƒËo, pancreatites necro-hemorrágicas com infecƒËo, apendicectomias com necrose e abcesso, diverticulites rotas, úlceras perfuradas com mais de 12 horas, obstruƒËo intestinal, laparotomias em pacientes chocados. Em outras cirurgias, a histerectomia parece se benificiar de antibiótico profilático. NËo há evid„ncia de que o antibiótico melhore os índices de infecƒËo principalmente em cirurgias limpas onde deve ser proscrito.

294 bytes, 13 x 11 pixeles  Alvaro Wippel
Especialista em Cirurgia Geral (CBC) - Especialista em Gastroenterologia (FBG-AMB).
Cuririba, Brasil

pereira.gif    flecha_rojo.gif EMPIEMA PLEURAL. UMA REVISËO
O empiema pleural apesar de ser reconhecido há vários séculos, ainda apresenta um manejo controverso que depende do estágio e do tempo de evoluƒËo, da densidade do exsudato, da presenƒa de loculaƒões, da condiƒËo imunológica do paciente, do fator predisponente e do agente etiológico. O pneumococo era o principal responsável pelo empiema pleural na era pré-antibiótico. Com o advento dos antimicrobianos este patógeno deixou de ser o mais prevalente, emergindo o Staphylococcus aureus, a Escherichia coli, a Klebsiella pneumoniae, a Pseudomonas aeruginosa e os anaeróbios. Embora tenham ocorrido avanƒos no manejo do empiema pleural, ainda hoje ele representa uma séria ameaƒa é vida de muitos pacientes, sendo o seu conhecimento uma necessidade em muitos ramos da ci„ncia médica.

294 bytes, 13 x 11 pixeles  Hugo Cataud Pacheco Pereira
(HCPP) Professor Assistente II do Departamento de Medicina Interna da FundaƒËo Universidade do Rio Grande.(MdeLBD) Acad„mica do 6• ano de Medicina da FundaƒËo Federal Universidade do Rio Grande. (MB) Acad„mica do 5• ano de Medicina da FundaƒËo Federal Universidade do Rio Grande. (MRG) Professora Auxiliar II do Departamento de Medicina Interna da FundaƒËo Universidade do Rio Grande. (ICdeON) Professora Adjunta I do Departamento de Medicina Interna da FundaƒËo Universidade do Rio Grande.
Bolaxa, Rio Grande, Brasil


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